terça-feira, 15 de outubro de 2019

Capítulo III - DEHCYMANZ - Parte I

Apesar do caráter gélido e da pressão existente do núcleo de Mercúrio, Zímia sentia-se sempre melhor carregada energeticamente
quando Abrandava (em proximidade de tradução, como é entendido o sono) nas Cavernas Profundas. Mas sabia que estar próximo ao núcleo de Prismazzy não representava experimentar totalitariamente as condições climáticas que caracterizam o núcleo de Mercúrio; por conta da natureza arquitetônica arquetípica que foi desenvolvida antes de permitir o acesso dos Yahloz a este ponto do espaço planetário. Acessar as Cavernas é estar o mais próximo possível de uma dimensão material de Prismazzy, pois são as ambientações mais densas do planeta. Por este motivo o acesso abrangente ao trecho do território onde há maior ação da gravidade é restrito a alguns pontos, sendo o livre trânsito possível somente para algumas categorias profissionais e níveis de maturidade específicos.

O aspecto material desta extensão de Prismazzy tem semelhança às Cavernas Terrestres, com paredões brutos e intransponíveis formados por pedras  grandiosas, de tamanhos e formatos diversos, formando uma ambientação caracterizada pela irregularidade de toda a estrutura. Porém, as semelhanças se encerram neste ponto, onde os detalhes determinam as diferenças.

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