Caso o indivíduo não se preocupe em fazer a troca de Fração Dimensional, aqui chamada de *Dehcymanz Vibracional, ele será capaz de percorrer todo o território planetário neste nível de experienciamento material e denso, algo que fora das Cavernas - que tem o benefício de vedar a troca de energias entre o ambiente e os indivíduos, provoca um desgaste profundo, talvez fatal, para um aparato corporal tão sutil como o Yahloz.
Zímia tinha profunda ciência desta informação, porém queria uma breve observação da versão densa de sua terra antes de se elevar.
Por estar de noite, ela foi capaz de identificar à frente, ao longe, as luzes fracas, dando a ilusão de um imenso vulto fantasmagórico insinuando a existência de um espaço oculto que brotava de dentro de uma cratera particularmente profunda e se erguia até uma impressionante altura. Tratava-se da silhueta do Vydehruz (traduzindo: cidade) de Havórya. A Lumuz entendia que, se acessasse uma Dehcymanz de maior densidade, o vulto, que ainda apresentava algum aspecto luminoso, se transformaria num aglomerado de Néfronz (um aspecto semelhantes ao que entenderíamos por Nuvens - porém, com aglomeração em menor altura e com visual e textura mais consistentes) e se adensando alguns níveis mais, ela estaria agora observando um gigantesco vale de sombras.
Não pôde deixar de sentir certo amargor diante desta compreensão, que nela não chegava a assumir a face da tristeza, pois sabia que muitas espécies ainda estavam afinadas àquele nível de experienciamento da existência. Mas tinha muito trabalho a fazer longe dali, mais precisamente, no lado oposto do planeta, que agora atravessava um Solar (dia), enquanto que a Lumuz preferia sempre se abrigar no lado que estava no Sombraz (o equivalente à noite), e graças ao aguçado senso de dedicação, preferiu não se aprofundar em projeções de ordem filosófica - apesar de compreender a importância do exercício -; focou na atuação prática e concluiu que para retomar suas missões como Lumuz, teria que chegar ao oposto extremo de Prismazzy. E para cumprir a trajetória precisaria subir cerca de nove Dehcymanz Vibracionais - o equivalente a um grande salto quântico na Terra - quando estaria nivelada aos planos de interação comum à maioria de seus semelhantes.
Zímia tinha profunda ciência desta informação, porém queria uma breve observação da versão densa de sua terra antes de se elevar.
Por estar de noite, ela foi capaz de identificar à frente, ao longe, as luzes fracas, dando a ilusão de um imenso vulto fantasmagórico insinuando a existência de um espaço oculto que brotava de dentro de uma cratera particularmente profunda e se erguia até uma impressionante altura. Tratava-se da silhueta do Vydehruz (traduzindo: cidade) de Havórya. A Lumuz entendia que, se acessasse uma Dehcymanz de maior densidade, o vulto, que ainda apresentava algum aspecto luminoso, se transformaria num aglomerado de Néfronz (um aspecto semelhantes ao que entenderíamos por Nuvens - porém, com aglomeração em menor altura e com visual e textura mais consistentes) e se adensando alguns níveis mais, ela estaria agora observando um gigantesco vale de sombras.
Não pôde deixar de sentir certo amargor diante desta compreensão, que nela não chegava a assumir a face da tristeza, pois sabia que muitas espécies ainda estavam afinadas àquele nível de experienciamento da existência. Mas tinha muito trabalho a fazer longe dali, mais precisamente, no lado oposto do planeta, que agora atravessava um Solar (dia), enquanto que a Lumuz preferia sempre se abrigar no lado que estava no Sombraz (o equivalente à noite), e graças ao aguçado senso de dedicação, preferiu não se aprofundar em projeções de ordem filosófica - apesar de compreender a importância do exercício -; focou na atuação prática e concluiu que para retomar suas missões como Lumuz, teria que chegar ao oposto extremo de Prismazzy. E para cumprir a trajetória precisaria subir cerca de nove Dehcymanz Vibracionais - o equivalente a um grande salto quântico na Terra - quando estaria nivelada aos planos de interação comum à maioria de seus semelhantes.
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