Fluida e etérea sob o *Hegyduz de proteção, seca e inóspita aos olhares involuídos, agarrados ao peso e às limitações da matéria. Em *Prismazzy, toda tentativa de estabilidade material, tão perseguida na Terra, trata-se de uma perspectiva primitiva e ultrapassada. Aqui vive-se uma liberdade impensável a um ser humano e pratica-se a lei da fraternidade a um nível profundo e vasto. O equilíbrio e a estabilidade residem no interior de cada um dos habitantes, que juntos transformam o ambiente externo no reflexo do estado de iluminação que pulsam em seus chacras.
É claro que para qualquer habitante de dimensões inferiores, principalmente da primeira à quarta, qualquer olhar sobre Mercúrio parecerá tristonho, pois estarão apenas observando a Hegyduz, o escudo holográfico cujo aspecto varia de acordo com cada observador. Uma atmosfera ilusória do planeta que, pela proximidade com o Sol, aparenta tratar-se de um ambiente inóspito à vida e sem qualquer valor substancial a nível de exploração. O que de fato é, mas somente às formas de vida agarradas à matéria densa e todo o sentido de materialidade intrínseco a este estado de compreensão da existência. Em Prismazzy a vida concreta e densa como conhecemos jamais prosperaria, pois aqui as condições atômicas produzem uma realidade sutil, passível de ser habitada apenas por consciências elevadas, cuja percepção da matéria e do tempo são altamente variáveis e absolutamente relativos a cada indivíduo. Um conceito e uma concepção que não são exclusivos aos *Yahloz, mas esta raça, diferente de nós, humanos, compreende essa condição sem qualquer véu ou ilusão.
Quanto ao aspecto físico, Os Yahloz apresentam similaridades com a figura humana no que tange às características genéricas da forma humanoide, com membros inferiores, superiores, tronco e cabeça dispostos como os nossos. A altura varia entre um metro e sessenta e cinco e um metro e noventa. Mas basta uma observação mais atenta para que as diferenças saltem. Começando pelo aspecto da pele que nos Yahloz tem coloração variável e parece ser constituída de partículas de luz, com um aspecto poroso a nível atômico, transparecida e integralmente envolvida por uma espécie de aura, cuja coloração varia de acordo com cada indivíduo. Mas uma marca que é genérica a todos os Prismazzians é a clara visibilidade da localização dos sete chacras. Uma informação que trás implícita o fato deles não usarem roupas, pois não é possível identificar qualquer nuance onde se possa identificar trechos ou membros íntimos em meio à sutileza e à iluminação emitida pelos indivíduos.
A fisionomia dos Yahloz é perceptível o suficiente para que se possa diferenciar um indivíduo de outro superficialmente, pois suas faces não oferecem qualquer indicativo de gênero sexual ou idade e quase sempre se integra à luz de suas auras, o que dificulta a apreensão dos traços. Um atributo que em nada interfere na relação ou nos processos comunicativos entre os indivíduos, uma vez que a comunicação é telepática, cada Yahloz trás consigo, além de um nome e uma composição cromática, também uma identidade energética, que diferencia uns dos outros através da vibração que cada qual emite. Sendo impossível que se camuflem ou se escondam dos semelhantes, já que a vibração denuncia a aproximação e presença de cada indivíduo.
Este livro será dedicado a abordar e contextualizar algumas qualidades práticas entre muitas orientações subjetivas e ideológicas que movem a civilização *Yahloz.
É claro que para qualquer habitante de dimensões inferiores, principalmente da primeira à quarta, qualquer olhar sobre Mercúrio parecerá tristonho, pois estarão apenas observando a Hegyduz, o escudo holográfico cujo aspecto varia de acordo com cada observador. Uma atmosfera ilusória do planeta que, pela proximidade com o Sol, aparenta tratar-se de um ambiente inóspito à vida e sem qualquer valor substancial a nível de exploração. O que de fato é, mas somente às formas de vida agarradas à matéria densa e todo o sentido de materialidade intrínseco a este estado de compreensão da existência. Em Prismazzy a vida concreta e densa como conhecemos jamais prosperaria, pois aqui as condições atômicas produzem uma realidade sutil, passível de ser habitada apenas por consciências elevadas, cuja percepção da matéria e do tempo são altamente variáveis e absolutamente relativos a cada indivíduo. Um conceito e uma concepção que não são exclusivos aos *Yahloz, mas esta raça, diferente de nós, humanos, compreende essa condição sem qualquer véu ou ilusão.
Quanto ao aspecto físico, Os Yahloz apresentam similaridades com a figura humana no que tange às características genéricas da forma humanoide, com membros inferiores, superiores, tronco e cabeça dispostos como os nossos. A altura varia entre um metro e sessenta e cinco e um metro e noventa. Mas basta uma observação mais atenta para que as diferenças saltem. Começando pelo aspecto da pele que nos Yahloz tem coloração variável e parece ser constituída de partículas de luz, com um aspecto poroso a nível atômico, transparecida e integralmente envolvida por uma espécie de aura, cuja coloração varia de acordo com cada indivíduo. Mas uma marca que é genérica a todos os Prismazzians é a clara visibilidade da localização dos sete chacras. Uma informação que trás implícita o fato deles não usarem roupas, pois não é possível identificar qualquer nuance onde se possa identificar trechos ou membros íntimos em meio à sutileza e à iluminação emitida pelos indivíduos.
A fisionomia dos Yahloz é perceptível o suficiente para que se possa diferenciar um indivíduo de outro superficialmente, pois suas faces não oferecem qualquer indicativo de gênero sexual ou idade e quase sempre se integra à luz de suas auras, o que dificulta a apreensão dos traços. Um atributo que em nada interfere na relação ou nos processos comunicativos entre os indivíduos, uma vez que a comunicação é telepática, cada Yahloz trás consigo, além de um nome e uma composição cromática, também uma identidade energética, que diferencia uns dos outros através da vibração que cada qual emite. Sendo impossível que se camuflem ou se escondam dos semelhantes, já que a vibração denuncia a aproximação e presença de cada indivíduo.
Este livro será dedicado a abordar e contextualizar algumas qualidades práticas entre muitas orientações subjetivas e ideológicas que movem a civilização *Yahloz.
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