Localizada, Zímia saiu de cima do Straduz sem respeitar seu contorno, e por mais que pisasse entre linhas e desmanchasse o desenho sobre o solo, não teria capacidade de desfazer ou bagunçá-lo efetivamente, pois ele se deformaria somente para ela e somente naquele instante. Caso a Lumuz voltasse ao mesmo local posteriormente sua alteração não teria sido consumada. À sua frente, o Vydehruz de Havórya, antes um gigantesco vulto de luz, revelava seu brilho e opulência. Visto à distância era como observar uma grande metrópole dividida entre quatro andares de gigantescas plataformas, aqui chamadas de Ahplanz (o que poderia ser definido como os “andares” das cidades, ou melhor, dos Vydehruz) que se sobrepujavam sem seguir um padrão reto, quadrado ou retangular, de maneira que o segundo nível não estava logo acima ou por sobre o primeiro, eles se espalhavam irregular e horizontalmente. Zímia era sábia de que, na verdade, Havórya era um Vydehruz de sete Ahplanz, porém, os demais não eram visualizáveis da posição em que estava. Abaixo de toda a estrutura arquitetônica estava o solo: uma plataforma entrecortada por gomos de hexágonos formando um grande painel. Estes hexágonos se tratavam de pequenos Straduz, pois para que qualquer Ahplanz de Havórya fosse acessado era necessário que o indivíduo se posicionasse sobre um desses condutores para fazer o trânsito à plataforma desejada. Contornando cada um dos Ahplanz, cada qual com a extensão de um bairro, tomado por construções de grande porte de variados estilos arquitetônicos, irradiando tons de cores variados, havia um relativamente grande anel de Straduz, no feitio de um grande halo dourado, chamado de Hahluz, mais iluminado que os níveis que contornavam, que permitiam o livre trânsito pelas plataformas assim como para os demais níveis.
Com o objetivo de chegar à *Kazaxzym em mente, Zímia deixou de observar a bela Havórya para ir em busca das passagens que davam acesso a outros pontos do Planeta. Tomou o rumo à sua direita e pôs-se a caminhar a esmo, em sentido contrário à Havórya, mentalizando o destino desejado na frequência correta, pois era no misto entre o movimento e a concentração que o arquétipo do seu portal seria conjurado.
Porém, quando descrevo que Zímia estava a caminhar é apenas em referência a uma ação de locomoção em baixa velocidade, visto que para um Yahloz o ato de caminhar não tem o mesmo resultado prático que tem para um ser humano. Um Prismazzyan não caminha entre passadas, ele Insurge (desaparece) para Surgir (reaparecer) alguns ou muitos metros à frente. Eles possuem também a capacidade de flutuar e deslizar a alguns centímetros do solo, o que é mais comum entre crianças e jovens, pois esses ainda não dominaram o exercício de In-surgência e podem vir a ser perder entre Dehcymanz durante a prática sem perícia.
Com o objetivo de chegar à *Kazaxzym em mente, Zímia deixou de observar a bela Havórya para ir em busca das passagens que davam acesso a outros pontos do Planeta. Tomou o rumo à sua direita e pôs-se a caminhar a esmo, em sentido contrário à Havórya, mentalizando o destino desejado na frequência correta, pois era no misto entre o movimento e a concentração que o arquétipo do seu portal seria conjurado.
Porém, quando descrevo que Zímia estava a caminhar é apenas em referência a uma ação de locomoção em baixa velocidade, visto que para um Yahloz o ato de caminhar não tem o mesmo resultado prático que tem para um ser humano. Um Prismazzyan não caminha entre passadas, ele Insurge (desaparece) para Surgir (reaparecer) alguns ou muitos metros à frente. Eles possuem também a capacidade de flutuar e deslizar a alguns centímetros do solo, o que é mais comum entre crianças e jovens, pois esses ainda não dominaram o exercício de In-surgência e podem vir a ser perder entre Dehcymanz durante a prática sem perícia.
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