Porém, os seres negativos não descansam nem desistem. Sabem que todo sentimento pode ser manifestado em ação e, a partir de então, por maior que seja a grandeza ética e moral de um povo, ninguém pode deixar de sentir a onda nociva que leva todos ao entendimento de que tudo tem dois lados e, talvez, o lado negativo do todo possa ser mais atraente e satisfatório, até mesmo incontornável, que o lado positivo. E bastaria que um único Prismazzyan, motivado por ideias negativas, agredisse um semelhante para que uma onda nociva abalasse o inconsciente cristalino de todos os habitantes. E, segundo os *Callygaz (soldados representantes das mais variadas espécies planetárias que cresceram e evoluíram baseadas em propósitos negativos), para que a mudança aconteça basta que continuem tentando, tentando e tentando, incansável e ininterruptamente.
Por isso a grande aspiração dos Callygaz é ter acesso ao organismo do IC-P, porque acreditam ser este o caminho mais fácil para tornar a maldade uma resposta comum e acessível, simplificadora de questões e opção para a resolução de qualquer conflito que possa nascer no pensamento dos Prismazzyans. A partir da abertura desta bifurcação moral a propensão às ações negativas passará a ser mais um traço presente em todos os Yahloz; não mais um acesso, um vírus de baixo poder de transmissão que por vezes assalta o pensamento de um ou outro nativo. Estabelecendo, assim, uma derrocada no nível moral e rebaixamente de frequência de um planeta de luz.
Enquanto Zímia seguia sua “caminhada” rumo ao Palahdynum, ela pôde observar a silhueta brilhante e cristalina do Vydehruz de Kazaxzym, a grande metrópole Prismazzy. Um monumento que, visto à distância, poderia remeter à estrutura de uma árvore sem tronco, com seus vinte e um Ahplanz, cada qual ostentando a extensão de um bairro, sobrepondo-se uns aos outros e, em alguns pontos, chegando a se cruzarem, sem que, com isso, um Ahplanz afetasse ou limitasse a estrutura do outro. E todos cercados por monumentais Hahluz dourados compostos, cada qual, por centenas de Straduz, vibrando em cores variadas, que serviam de pontos de transporte alternativo entre as muitas plataformas da gigantesca estrutura. Por estar atravessando um Solar, a intensa oferta de luz fazia com que as superfícies das construções cristalinas brilhassem feito diamantes sendo banhados por um Sol âmbar. Pois, ao contrário do céu terráqueo, para os Prismazzyans o infinito do Multiverso tem a cor dourada e âmbar ao dia (tenho o próprio Sol o tom vermelho lava), laranja e coral à tarde e violeta e roxo quando atravessando o Sombraz.
Por isso a grande aspiração dos Callygaz é ter acesso ao organismo do IC-P, porque acreditam ser este o caminho mais fácil para tornar a maldade uma resposta comum e acessível, simplificadora de questões e opção para a resolução de qualquer conflito que possa nascer no pensamento dos Prismazzyans. A partir da abertura desta bifurcação moral a propensão às ações negativas passará a ser mais um traço presente em todos os Yahloz; não mais um acesso, um vírus de baixo poder de transmissão que por vezes assalta o pensamento de um ou outro nativo. Estabelecendo, assim, uma derrocada no nível moral e rebaixamente de frequência de um planeta de luz.
Enquanto Zímia seguia sua “caminhada” rumo ao Palahdynum, ela pôde observar a silhueta brilhante e cristalina do Vydehruz de Kazaxzym, a grande metrópole Prismazzy. Um monumento que, visto à distância, poderia remeter à estrutura de uma árvore sem tronco, com seus vinte e um Ahplanz, cada qual ostentando a extensão de um bairro, sobrepondo-se uns aos outros e, em alguns pontos, chegando a se cruzarem, sem que, com isso, um Ahplanz afetasse ou limitasse a estrutura do outro. E todos cercados por monumentais Hahluz dourados compostos, cada qual, por centenas de Straduz, vibrando em cores variadas, que serviam de pontos de transporte alternativo entre as muitas plataformas da gigantesca estrutura. Por estar atravessando um Solar, a intensa oferta de luz fazia com que as superfícies das construções cristalinas brilhassem feito diamantes sendo banhados por um Sol âmbar. Pois, ao contrário do céu terráqueo, para os Prismazzyans o infinito do Multiverso tem a cor dourada e âmbar ao dia (tenho o próprio Sol o tom vermelho lava), laranja e coral à tarde e violeta e roxo quando atravessando o Sombraz.
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